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Administrador da empresa de móveis prestará depoimento na Decon

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O prejuízo com a compra de móveis deve passar de R$ 1 milhão

A Polícia Civil deve ouvir na manhã desta sexta-feira (22/03) o administrador da empresa de móveis sob medida que fechou na semana passada, deixando clientes que compraram móveis sem informações sobre os produtos que não foram entregues. Uma das sócias, de 47 anos, prestou depoimento na quarta-feira (20/03).

O inquérito foi instaurado na sexta-feira passada (15/03) pelo delegado Fernando Domingues Soares, titular da Delegacia de Polícia de Proteção aos Direitos do Consumidor, Saúde e da Propriedade Intelectual, Imaterial, Industrial e afins (Decon). Segundo ele, há mais de 50 ocorrências registradas na Decon, o que indica um prejuízo aproximado de um milhão e trezentos mil reais. Na quinta-feira (21/03), o delegado Soares esteve em uma das lojas em Porto Alegre, da qual estavam sendo retirados os produtos, e suspendeu a ação.

De acordo com Soares, as vítimas que foram ouvidas relataram que a empresa teria realizado mais de 500 vendas com as promoções realizadas desde novembro. A loja estaria liquidando o estoque, oferecendo descontos de 50% através do Liquida Porto Alegre. A credibilidade da marca favoreceu as vendas. Os compradores eram estimulados a adquirir uma grande quantidade de produtos, por isso foram lesados em valores médios de R$ 25 mil - num dos casos o prejuízo chegou a quase R$ 70 mil - relatou Soares.

A sócia que já foi ouvida declarou que não participava da administração da empresa, pois era responsável pela parte de planejamento e design de produtos e não sabia que a loja estava nesta situação. Outra sócia também foi ouvida, em Curitiba, onde a empresa também tem loja - declarou o delegado.

Fonte: Delegacia de Polícia de Proteção aos Direitos do Consumidor, Saúde e da Propriedade Intelectual, Imaterial, Industrial e afins (Decon)
Cecy Quadros Raicik
Reg. Prof. 6211




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