Operação apreende material cibernético de abuso sexual de crianças e adolescentes
Dois indivíduos foram presos nas duas etapas da Operação Storm
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A Polícia Civil, através da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Esteio, sob coordenação da Delegada Angélica Giovanella Marques Guedes, deflagrou duas fases da Operação Storm.
Na primeira delas, ocorrida nesta segunda-feira (14/09), a equipe de policiais da Deam de Esteio, com o apoio da Deam de Bento Gonçalves, cumpriram uma medida cautelar em endereço identificado durante a fase de inteligência. A ação teve como objetivo combater uma rede de armazenamento e compartilhamento de material de abuso e exploração sexual infantil no ambiente virtual.
O setor de inteligência da Polícia Civil monitorou o alvo de forma ininterrupta por três meses. Durante esse período de investigações cibernéticas, ficou comprovado que o suspeito utilizava redes compartilhadas para realizar o download sistemático de arquivos contendo pornografia infantil, alimentando o mercado clandestino desse tipo de crime.
O mandado de busca e apreensão domiciliar foi cumprido em Ivoti com o objetivo de apreender computadores, notebooks, smartphones e mídias de armazenamento (pendrives e HDs externos) utilizados para baixar e guardar os arquivos ilícitos. Posteriormente, os materiais apreendidos foram encaminhados para a perícia técnica, e os investigados foram conduzidos para a formalização dos atos de Polícia Judiciária. Um suspeito foi preso em flagrante por armazenar conteúdo de pornografia infantil.
Segunda fase
Já na segunda fase da operação, deflagrada nesta quinta-feira (17/09), a equipe de policiais da Deam de Esteio, com o apoio da Guarda Civil Municipal de Alvorada, cumpriram mandado de busca e apreensão em endereço identificado durante a fase de inteligência. A ação também teve como objetivo combater uma rede de armazenamento e compartilhamento de material de abuso e exploração sexual infantojuvenil no ambiente virtual.
O setor de inteligência da Polícia Civil monitorou o alvo de forma ininterrupta durante quatro meses. Nesse período de investigações cibernéticas, ficou comprovado que o suspeito utilizava redes compartilhadas para realizar o download sistemático de arquivos contendo pornografia infantil, alimentando o mercado clandestino desse tipo de crime.
O suspeito foi preso em flagrante por armazenar conteúdo de pornografia infantil, sendo localizado em sua posse mais 10 mil arquivos entre imagens e vídeos. Após o flagrante, foram tomadas as medidas de praxe. A pena para quem armazena e faz o download desse tipo de material é de 3 a 6 anos de reclusão, podendo aumentar significativamente caso seja comprovado o compartilhamento com outros usuários.
Denúncias anônimas podem ser feitas aos contatos: (51) 3425-9820; WhatsApp (51) 9.8473-8848; ou site: pc.rs.gov.br